Um caso real de segunda-feira, medido no CRM. Ele explica, sozinho, o que a inteligência artificial vai fazer — e o que ela não vai.
Vê o anúncio do Terras do Caju no Instagram, preenche o formulário com cinco respostas e toca no botão para falar no WhatsApp.
A Rochedo responde na abertura do expediente: valor, parcela, localização e foto. Cinco mensagens, atendimento completo.
O lead chegou às 18h58 — fim de expediente. Anúncio no ar não tem horário comercial: quem clica à noite, no fim de semana ou no feriado encontra o WhatsApp da empresa em silêncio até a manhã seguinte.
As cinco respostas do formulário ficaram num cadastro. A conversa do WhatsApp caiu em outro, criado trinta segundos depois — o telefone digitado no formulário tinha um dígito a menos, e o sistema não juntou os dois.
Resultado: quem atendeu de manhã abriu uma conversa sem nada. Começou do zero com alguém que já tinha respondido tudo.
De onde vêm estes números. Todos foram lidos direto do CRM em 1º de setembro de 2026, com horários convertidos para Fortaleza.
Ressalva. A base tem cinco leads de formulário e uma conversa. Serve para mostrar que o defeito existe, não com que frequência ele acontece — nenhuma taxa ou projeção deve ser tirada daqui.
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